Sim, meus amigos: este é aquele tipo de filme que você assiste com um sorriso no rosto — seja pela nostalgia, seja pelas falhas gloriosas.
O filme ainda conta com um elenco de peso:
Helen Slater — estreando no cinema como a heroína
Faye Dunaway — entregando uma vilã exagerada e memorável
Peter O'Toole — sim, um vencedor do Oscar está aqui
Mia Farrow — porque aparentemente ninguém disse “não” ao projeto
Um elenco desse calibre em um filme que hoje tende a ser visto como “trash cult”, só aumenta o charme da coisa toda. É quase como assistir atores consagrados brincando de fantasia com um orçamento que… bem… não acompanhou a ambição.
Foi produzido pelos mesmos nomes ligados à franquia Superman
Tinha orçamento considerável para a época
Apostava em efeitos especiais e cenas de voo elaboradas
Inclusive, Helen Slater passou por treinamento intenso e chegou a ser suspensa por cabos a dezenas de metros de altura para as cenas de voo.
Mas o resultado… ah, o resultado.
Os efeitos envelheceram mal, o roteiro parece perdido entre fantasia infantil e aventura épica, e o tom do filme oscila como um elevador quebrado.
E é justamente aí que mora a magia.
Na época, o filme não foi bem recebido. Crítica fria, público morno e bilheteria decepcionante — arrecadou bem menos do que custou.
Hoje, sua avaliação continua baixa (algo em torno de 4,4 no IMDb), mas isso pouco importa para quem entende o valor de um bom “trash”.
Porque Supergirl é aquele tipo de filme que entrega:
Atuações exageradas (especialmente de Faye Dunaway)
Efeitos especiais que parecem… esforçados demais
Momentos involuntariamente engraçados
Uma inocência narrativa que não existe mais
E quer saber? Isso é maravilhoso.
É o tipo de filme que:
tenta ser épico, mas tropeça
tenta ser sério, mas escorrega no próprio tom
tenta ser grandioso… e acaba sendo carismático
E no fim, você percebe que está se divertindo mais do que com muito blockbuster moderno superpolido.
NAFTASÉRIE... SUPERBOY
Supergirl (1984) talvez não tenha alcançado o mesmo céu que seu primo kriptoniano, mas encontrou algo igualmente valioso: um lugar especial no coração dos fãs de cinema cult e trash.
Não é um clássico no sentido tradicional.
Mas é, sem dúvida, um clássico… do jeito mais torto, estranho e divertido possível.
E às vezes, convenhamos, são esses os melhores.
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